Fadiga muscular deve ser tratada com exercícios leves<

A fadiga muscular é uma resposta natural do corpo a exercícios extenuantes, esforço físico prolongado ou outras formas de estresse que podem ocorrer em rotinas de treino. Para garantir a constância e os resultados esperados com a atividade física, é necessário saber como garantir a recuperação dos músculos.  

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Levantamento de peso, corrida, treinamento de resistência e atividades aeróbicas promovem benefícios para a saúde e geram sensação de bem-estar, conforme destacado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda a prática semanal de, pelo menos, 150 minutos de exercícios. No entanto, também é comum que os praticantes sintam a dor muscular. 

Para quem não tem costume de se exercitar regularmente, mesmo atividades leves podem desafiar os músculos de novas maneiras, levando à fadiga muscular.  Por isso, é necessário conhecer os sinais da condição para saber como agir e, também, diferenciá-la em comparação com quadros mais graves.

A fadiga muscular é comum e pode ser ocasionada por exercício intenso e esforço prolongado. No entanto, se for persistente e não estiver relacionada à prática de atividade física, é necessário consultar um profissional de saúde para uma avaliação, já que doenças como a Síndrome da Fadiga Crônica (SFC) e a Fibromialgia provocam a condição.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a SFC é caracterizada pelo cansaço físico e mental persistente. Mesmo em repouso, o paciente ainda sofre com o problema. Já a Fibromialgia provoca uma dor muscular generalizada e crônica.

Como é a fadiga muscular pós-atividade física?

Quando se trata de uma “ressaca” de atividades físicas, a fadiga muscular causa a sensação de que os músculos estão mais pesados do que o normal e difíceis de movimentar, mesmo durante tarefas cotidianas leves. Contrações involuntárias ou tremores também podem ser observados em músculos fadigados.

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O maior desafio diante dos sintomas é manter a rotina de treinos, pois é esperado que haja dificuldades na coordenação motora e redução da capacidade de sustentar atividades físicas por períodos prolongados, levando a um cansaço mais rápido. 

De acordo com as autoridades de saúde, o tratamento para fadiga muscular inclui o descanso, com sono regulado, e atividade física moderada. Exercícios leves, como caminhadas ou ciclismo, podem aumentar o fluxo sanguíneo para os músculos, o que ajuda a fornecer oxigênio e nutrientes para a recuperação muscular. 

A prática de exercícios de menor intensidade também estimula o sistema linfático, auxiliando na remoção de resíduos metabólicos dos músculos, como ácido lático, que pode contribuir para a dor muscular pós-exercício.

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O Ministério da Saúde ressalta que a hidratação adequada e uma boa alimentação são fundamentais tanto para evitar o quadro de fadiga muscular, quanto para amenizá-lo. A suplementação é uma alternativa que pode ajudar.

Suplementação com creatina acelera a recuperação

Durante o exercício de resistência, as fibras musculares são submetidas a estresse e sofrem microlesões, processo natural de construção muscular e um dos principais estímulos para a hipertrofia.  Após o treinamento, o corpo inicia o processo de reparação, sintetizando proteínas para reconstruir e fortalecer as fibras musculares danificadas.Por isso é fundamental dar descanso a cada grupo muscular, alternando os treinos e dormindo bem, e suplementando as substâncias necessárias. 

A creatina participa da hipertrofia muscular de várias maneiras. Composta por três aminoácidos – arginina, glicina e metionina – ela cumpre um papel importante na produção de energia durante atividades de alta intensidade e curta duração. Por isso, a suplementação costuma ser indicada para os praticantes de atividades físicas. 

Estudos indicam que a suplementação com creatina pode reduzir o dano muscular e a inflamação causada por exercícios intensos. Outro benefício é o aumento da retenção de água dentro das células musculares, o que não só contribui para o volume muscular, mas também melhora o ambiente intracelular para a recuperação. 

Consumo de magnésio pode evitar fadiga muscular

Cãibras musculares, fadiga e fraqueza são alguns dos sintomas da deficiência de magnésio no organismo. O mineral é considerado essencial para a produção de energia, a síntese de proteínas e a função muscular e nervosa. Por isso, a suplementação com magnésio também pode ser recomendada para os praticantes de atividades físicas.

O dimagnésio malato, também conhecido como magnésio dimalato, é mais indicado para tratar a fadiga muscular de atletas de alto desempenho e, também, para os iniciantes na rotina de exercícios. Ingerir o suplemento à noite – antes da última refeição do dia – pode ajudar no relaxamento e melhora do sono, fatores determinantes para uma boa recuperação dos músculos. 

Pesquisas indicam que o magnésio também pode oferecer benefícios no tratamento de ansiedade e depressão, na função endotelial, na prevenção de enxaquecas e no alívio da constipação em grupos específicos. Além disso, pode ser útil no manejo da tensão muscular, osteoporose e insônia.

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