O mês de abril chegou e com ele virá um dos eventos mais importantes para as criptomoedas: o halving do Bitcoin (BTC). Previsto para ocorrer no dia 20 de abril, o halving é o corte na emissão de novos BTC, previsto no software da criptomoeda.

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A cada 210 mil blocos, ou cerca de quatro anos, esse corte reduz pela metade a entrada de novos BTC no mercado. Hoje, cerca de 900 novos BTC entram todos os dias. Mas após o halving, esse número cairá para cerca de 450 BTC, ou 3,125 BTC por bloco.

Historicamente, o halving é o evento que catalisa fortes altas de preço no BTC, que chegam a superar 1.000%. Mas ele também inaugura o ciclo das altcoins, que muitas vezes podem superar o BTC em termos de altas. Por isso, veja agora quais são as criptomoedas mais promissoras para aproveitar o halving em abril.

Dogecoin (DOGE)

As memecoins iniciaram um forte ciclo de alta em 2024 e podem liderar os ganhos do mercado no pós-halving. E a DOGE, que é a maior memecoin desse nicho, está na posição ideal para aproveitar o ciclo de alta.

Somente no mês passado, a DOGE teve alta de 46% e liderou os ganhos mensais do Top 10, superando os retornos do Bitcoin em mais de 100%. Ela também possui um valor baixo, o que aumenta a chance de mais ganhos em potencial.

Além disso, a DOGE é a porta de entrada para o universo das memecoins e ainda conta com “apoios” de peso através de uma forte comunidade. Ela tem a posição estratégica para se beneficiar de um ciclo de alta que pode ser ainda mais forte do que o do BTC.

Slothana (SLOTH)

Dizem que os bicho-preguiça são lentos, mas não no mundo das memecoins e nem a Slothana, a mais nova memecoins da rede Solana. Com sua pré-venda aberta, a SLOTH ultrapassou US$ 3 milhões em vendas demorando apenas três dias.

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A pré-venda do Slothana adotou um sistema de preços de camada única, no qual os investidores enviam tokens SOL para o endereço da carteira do projeto para realizar a compra. Não há rodadas prévias nem aumentos de preços típicos dessas pré-vendas, o que levou muitos investidores a se interessarem pela SLOTH.

Outro diferencial é que não há limite para compra de SLOTH: cada pessoa pode adquirir quantas unidades desejar. Ela também não possui um limite final para o fim da pré-venda. A única regra é que a cada 1 SOL, o investidor leva 10.000 SLOTH.

O sucesso dessa pré-venda demonstra o potencial da memecoin em meio ao frenesi em relação a essa classe de ativos. Portanto, clique no site oficial e garanta suas SLOTH.

Dogecoin 20 (DOGE20)

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Apesar de parecer uma “cópia” da DOGE, a Dogecoin 20 tem alguns diferenciais importantes, entre eles a possibilidade de ganhos através do Proof-of-Stake (PoS). Outra vantagem da DOGE20 é a sua oferta escassa de 140 bilhões, número bem abaixo de outras memecoins.

Com uma tokenomics interessante e uma oferta fixa, a Dogecoin 20 foi o maior destaque de março entre as pré-vendas. Ela arrecadou US$ 5 milhões em menos de uma semana e a pré-venda esgotou três dias depois, no dia 25 de março.

Mas se você não adquirir suas DOGE20 na pré-venda, ainda é possível comprá-las a um preço especial antes do lançamento nas exchanges. Pelo site oficial, você pode adquirir suas DOGE20 por US$ 0,00022 a unidade até o dia 20 de abril.

Brett (BRETT)

A memecoin Brett se vende como “o melhor amigo de Pepe na Base”. Pela descrição, fica claro que ela é uma memecoin que opera na rede Base, criada pela exchange Coinbase. Ela surgiu em março de 2024 e se tornou o mascote “oficial” da rede.

Junto com outras memecoins, como a Degen (DEGEN), a BRETT logo fez os volumes da Base dispararem, atingindo mais de US$ 1 bilhão por dia – um recorde histórico. Hoje, a BRETT possui US$ 654,6 milhões, e registrou ganhos de 100% em menos de um mês.

Na semana passada, a BRETT chegou a negociar US$ 21 milhões em um único dia, tornando-se a 16ª moeda meme mais negociada no mundo. Se a Base continuar crescendo, a BRETT poderá ter espaço para buscar novas altas.

Bitcoin (BTC)

Por fim, o maior beneficiado do halving será sem dúvida o Bitcoin, que terá um corte em sua já escassa emissão. Isso significa menos BTC novos para atender uma demanda que, em 2024, chegou a ser 10 vezes maior do que a oferta mensal que os mineradores colocaram.

Além dos entusiastas e de empresas, agora os ETFs estão na competição por esses BTC – e as gestoras querem pagar alto. Logo, esse choque de oferta após o halving pode causar fortes altas de preço no médio prazo.

Neste ciclo, o BTC já rompeu sua máxima histórica antes do halving, algo que nunca aconteceu antes e que dá uma pequena amostra da força da demanda que ainda existe.

Source: CriptoFacil

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